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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Show Ultraje A Rigor em São Paulo é amanhã no Teatro do Sesi


Para os fãs do rock'n'roll oitentinha brasileiro o Centro Cultural Fiesp (SESI) traz em uma única apresentação em dezembro o grupo Ultraje A Rigor dentro do projeto musical “Quartas Musicais” do Teatro do Sesi. O grupo apresenta vinte dos seus hits mais famosos, entre eles “Nós Vamos Invadir Sua Praia” e “Inútil”.

Com preços populares a ideia do projeto é sempre apresentar para um grande público nomes relevantes da cena musical brasileira e internacional sempre às quartas-feiras e a preços populares.

Serviço:

Ultraje a Rigor
Teatro Popular do Sesi
Av. Paulista, 1313 – São Paulo – metrô Trianon-Masp
8 de dezembro às 20 horas
Ingressos: entre R$5,00 e R$10,00
www.sesisp.org.br

Rock in Rio 2011 já tem onze atrações confirmadas


Com um ano de antecedência, já estão confirmadas onze atrações do Rock in Rio 2011: cinco nacionais e seis estrangeiras.

No dia 24 de setembro, o Dia Rock, irão se apresentar as bandas Red Hot Chili Peppers, Snow Patrol, Capital Inicial e NX Zero. No dia seguinte, 25 de setembro, o Dia Metal, estão garantidas as presenças de Metallica, Motörhead, Coheed and Cambria, Sepultura e Angra. E no outro final de semana, no dia primeiro de outubro, será a vez do Dia Rock Alternativo, onde Coldplay e Skank já estão confirmados.


O rock californiano do Red Hot volta a se apresentar no Rock in Rio no dia 24 de setembro, o Dia Rock. O grupo foi o responsável por atrair o maior público da história do festival, em 2001, tocando para nada menos que 250 mil pessoas – o que foi também o maior público de sua carreira. No mesmo dia ainda se apresentam o Snow Patrol, que tocou na edição portuguesa deste ano; Capital Inicial, que volta a se apresentar no festival na mesma noite do Red Hot Chili Peppers, assim como ocorreu em 2001; e a banda paulista NX Zero, que participará pela primeira vez do festival.

Já a banda Metallica irá comandar a noite do dia 25 de setembro, o Dia Metal. Ela foi a banda mais votada pelo público em pesquisa realizada pelo Ibope sobre quem os brasileiros mais gostariam de ver no festival. Neste dia, o Palco Mundo ainda contará com as bandas Motörhead e Coheed and Cambria. Já no Palco Sunset, dedicado a shows únicos e encontros exclusivos, irão se apresentar as bandas brasileiras Sepultura e Angra, a única banda brasileira novata no evento.

Os britânicos do Coldplay serão a atração principal do Dia Rock Alternativo, em 1° de outubro. A banda se apresentará pela primeira vez em um Rock in Rio na edição brasileira de 2011. O dia ainda contará com a presença do grupo mineiro Skank, que já se apresentou em 2008 na edição de Lisboa do festival.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

MÚSICA POP REÚNE JOVENS EM PROL DO MEIO AMBIENTE EM SÃO PAULO


Encontro, na capital paulista com shows de bandas e mostra de artes com artistas convidados, imbuindo arte dentro de um show de Pop-Rock.

Dia 05 de dezembro, será realizado no Carioca Club, em São Paulo , a segunda edição do Save The Planet, que neste ano espera reunir novamente cerca de dois mil jovens em busca de um mundo melhor.

Na programação do evento, o público pode esperar para conhecer novos talentos além de grupos de renome nacional, como a banda Fresno, ETNA, Vowe e Fake Number. Todos são destaques de grandes gravadoras como Arsenal e Universal Music. Os famosos estarão passando mensagens e conselhos para o público no decorrer da programação do evento.

A banda Fresno será um dos destaques do evento com o show de seu novo CD “Redenção”.


De acordo com um dos organizadores do evento, Diego Navarro, essa edição procura trazer os artistas para mais perto do projeto, fazendo-os abordar problemas sociais e ambientais. “Queremos mostrar que assim como o jovem busca influências nas roupas de seus ídolos, ele buscará também nas atitudes.".

SAVE THE PLANET II

Local: Carioca Club - Pinheiros/SP
Dia: 05 de dezembro
Horário: das 11h às 22h
Ingressos: 25(pista)

Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2.899 - Pinheiros - SP/SP

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Grupo Paramore fará novos shows no Brasil


Liderado pela camaleônica Hayley Williams, o grupo Paramore desembarca no Brasil em fevereiro de 2011 para cinco apresentações.

A banda, que vem ao país pela segunda vez, vai mostrar ao público o show da turnê "Brand New Eyes", do disco homônimo, lançado em 2009. As cidades brasileiras que estão na rota do grupo são: Brasília (16/2), Belo Horizonte (17/2), Rio de Janeiro (19/2), São Paulo (20/2, no Credicard Hall) e Porto Alegre (22/2).

Produzido por Rob Cavallo, que já trabalhou com Green Day e Avril Lavigne, entre outros, "Brand New Eyes" recebeu disco de ouro nos Estados Unidos, e de platina, no Reino Unido.

A carreira do Paramore é curta – apenas seis anos de estrada –, mas a banda acumula alguns dos principais prêmios da música pop, entre eles dois Teen Choice Award, de Melhor Música e Banda de Rock, e um European Music Awards, de Melhor Banda Alternativa. Em 2008, o grupo foi indicado ao Grammy de revelação.

Após os shows no Brasil, a banda segue para Santiago (Chile), Lima (Peru), Bogotá (Colômbia) e Caracas (Venezuela). A data de início das vendas de ingresso – bem como nos preços – ainda não foi divulgada.


Fonte: Band

U2 fará shows no Brasil em abril de 2011


A banda irlandesa está em turnê na Nova Zelândia e até abril deve chegar a América Latina

A banda irlandesa U2 desembarcará para shows no Brasil em abril de 2011. Assim como aconteceu com a recente turnê do ex-beatle Paul McCartney, os shows devem ser encampados por uma produtora gaúcha e uma paulistana, o que garante datas em São Paulo e em Porto Alegre da turnê 360º.

A estrutura do show é uma das mais modernas do mundo. O palco de 360º permite ampla visão do espetáculo, que chega a ter duas horas e meia. A banda está atualmente em turnê na Nova Zelândia e até abril deve chegar à America Latina, passando por África do Sul e México.

Ainda não há informações sobre venda de ingressos e datas.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

CENTRAL ROCK e PLANETA & CIA: "UM SHOW DE SOLIDARIEDADE"


O Planeta & Cia “ao alcance de todos”, organizado pela Central Rock, é um evento musical itinerante que tem por objetivo divulgar, por meio de artistas, músicos, bandas, independentes e/ou de renome nacional, as questões e os cuidados com o meio ambiente e a importância da música, arte e cultura na vida dos jovens. A entrada é franca e estima-se a presença de cerca de 5 mil pessoas. Além de vários shows, também terão os sorteios de duas guitarras e 1 kit novo de prato de bateria “Orion Cymbals”. Para concorrer, é necessário levar um brinquedo novo para obter um cupom (cada brinquedo vale um cupom), preenchê-lo e aguardar a premiação através da urna.

Ou seja, quanto mais brinquedos levar, maior será a chance de ganhar. A Central Rock estará, no dia do evento, à disposição para receber materiais de bandas e artistas interessados em sair em turnê com o Planeta & Cia, em 2011. Nós contamos com o seu apoio na divulgação e presença para que juntos façamos a diferença!


DESTAQUES DO EVENTO:
GARAGE FUZZ, DECRUX , TROLL e AUTOGESTÃO

BANDAS CONVIDADAS: SLEEPERS, UHUL, CARAPUÇA e ALTOFALANTES

Local: Pq. Cidade Escola da Juventude Cittá di Maróstica (pista de skate)
Dia:
12/12/10
Horário: das 10h às 21h

Entrada:
Livre (opcional levar 1 brinquedo para doação)


SOBRE A CENTRAL ROCK:

A Central Rock é um meio de comunicação em atividade desde 2004 que tem por objetivo apoiar e divulgar as bandas brasileiras e artistas independentes ou já consagrados pelos veículos de comunicação, crítica ou público, além de todo tipo de arte e cultura através da Central que se divide em partes: rádio Rock, site, revista, produtora de shows & eventos.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

SWU: juntos por um mundo sustentável?


Que a proposta foi esta ninguém duvida, que a estrutura com fóruns e afins pregava isso também não. Diversas bandas e artistas do evento são engajados em causas sociais e ligadas ao meio ambinete como: Rage Against the machine, Joss Stone, Dave Matthews band entre outros, mas e o público?

A maioria das pessoas, que me desculpem os organizadores, foram para ver seus artistas preferidos e só. Claro que estar num mega festival pode ajudar a criar uma consciência ambiental e por isso vamos torcer para que o SWU se torne um festival anual ou ocorra de 2 em 2 anos. E que seus produtores não o vendam para países europeus daqui a uns anos, como Roberto Medina fez com o nosso "Rock in Rio".

Que o SWU consiga se manter firme e forte em solo nacional, em Itú-SP, um lugar fora do eixo das grandes capitais, e que cada vez mais artistas bacanas queiram vir ao Brasil e proporcionar aos fãs a alegria de assistir seus ídolos.

Espero também que atitudes "verdes" não se tornem apenas um rótulo para vender produtos e que a sociedade acorde para a realidade do nosso planeta antes que seja tarde.

PS: Uma pena que o preço dos ingressos privou muita gente de ir, principalmente jovens que ganham pouco e tem responsabilidades financeiras para arcar.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Crepúsculo Vermelho: o mais novo sucesso vampiresco do mercado


Crepúsculo Vermelho é o mais novo sucesso vampiresco do mercado mas não se engane. Se você espera uma cópia do romance de Stephanie Meyer é melhor procurar outro livro do gênero.

Semelhanças existem, Megan e Bella são adolescentes, virgens e tem uma quedinha por homens de presas, tirando isso seus personagens tomam rumos diferentes. Megan tem personalidade forte, amigos divertidos e uma vida relativamente normal para seus 17 anos porém o que dá charme ao livro é a banda The Red Kings of Dark Paradise.

Todos os integrantes cabem de alguma forma nos sonhos das garotas, gentis inteligentes, protetores e lindos. Destaque para Bill, vocalista e showman endeusado pelas fãs. Quer mais? Até a implicante no início, se torna mais divertida no avançar das páginas.

O modo como Laura Elias funde música e literatura, costurando situações com trilha sonora é primoroso, até parece que você está ouvindo a música tocar na sua cabeça enquanto lê.

E é claro que não podia faltar o triângulo amoroso, a outra ponta desta epopéia fica à cargo de Simon Blackwell, o jovem bonito e misterioso que abala as estruturas de Megan Grey.

Pontos fracos? Talvez os dialogos melosos entre Megan e Bill mas, que relacionamento teen ou primeiro amor não é meio chiclete? Sugiro uma pequena revisão para corrigir alguns erros de digitação. Não há nada que prejudique ou comprometa a qualidade do livro, a criatividade da trama( dos rovdyrs) ou a ligação que criamos desde a primeira página lida, tanto que só largamos quando terminamos.

Agora é esperar para ver o que acontece com Megan, Bill, os Blackwell e a humanidade, curioso? A leitura vale a pena, inclusive dá vontade de saber o que vem pela frente, já que a saga dos Red Kings, será uma trilogia...que venha Lua Negra.

sábado, 10 de julho de 2010

Laura Elias põem as presas de fora em uma entrevista sobre o sucesso da saga Red Kings



A campanha de incentivo aos autores brasileiros está á todo vapor e a segunda entrevistada é Laura Elias. A autora da Saga Red Kings fala sobre ser escritora de literatura fantástica no Brasil, do sucesso de seus livros de vampiros e do lançamento de Lua Negra, 2° volume da saga. Confira :

1.Vocês tem mais de 30 livros publicados, o que é um feito no país, como foi este processo?


Laura-
Foi algo natural, embora não deixe de ser extraordinário para mim, que jamais me imaginei escritora. O que houve foi que a Editora Mythos tinha um projeto para lançar uma linha de romances femininos - que aqui no Brasil são chamados de romances de banca -, e estava procurando um autor que se adaptasse a este tipo de texto. Na época eu era articulista da Revista UFO e o editor da revista me indicou ao Helcio de Carvalho, um dos donos da Mythos. Nós conversamos, ele me explicou o que tinha em mente e me pediu um livro como teste. Eu fiz, enviei e duas semanas depois ele me ligou, perguntando se eu conseguiria escrever dois titulos por mês. Eu aceitei e a coisa deslanchou. Depois de algum tempo, a editora decidiu entrar também no mercado de livrarias e foi neste momento que eu decidi deixar os pseudônimos de lado e começar a assinar os livros com meu nome.

2.Você sempre quis ser escritora? Quando ficou claro que viraria uma profissão?


Laura-
Essa é uma boa pergunta, sabe? Eu sempre fui uma leitora conpulsiva e vivi cerdada por livros. Até hoje é assim, leio muito e aqui em casa tem livro em todo lugar, mas nunca pensei em ser escritora. Os livros pra mim sempre foram companheiros de vida, amigos, professores. Por outro lado, sempre tive uma facilidade extrema para escrever. Os textos simplesmente fluem, as idéias vêm e a coisa rola.
Quanto à virar profissão, olha... eu ainda estou me acostumamdo com isso. Por muito tempo pensei que os meus livros eram só alguma coisa que eu fazia entre tantas outras. Não olhava pra eles como trabalho, entende? Acho que começou a mudar com o Crepúsculo Vermelho. Por várias razões este livro é um marco na minha carreira.

3.O livro “Crepúsculo Vermelho” tem uma trama super dinâmica e os personagens são diferentes dos vampiros tradicionais. De onde surgiram os rovdyrs?


Laura-
Pois é...(risos) Foi assim: a editora me apresentou o projeto de um livro de vampiros para adolescentes e eu relutei um pouco para aceitar. Como fazia tempo que não publicava, achei que talvez fosse uma boa voltar à ativa e encarei o desafio. Só que não tinha uma idéia que prestasse pra história. Sabe nada? Branco neve? Eu estava bem assim. Por experiência, sei que inspiração não se força, ela simplesmente vem quando quiser vir, então meio que deixei pra lá e fui fazer outra coisa. Uma noite eu etsava sentada assistindo a um programa no Discovery sobre uma expedição de biólogos que havia encontrado várias espécies de animais desconhecidas até então e aí a luz acendeu na minha cabeça. E se os vampiros fossem apenas isso, uma espécie desconhecida? O nome rovdyr eu tirei de um dicionário de Norueguês e significa predador.
Quanto à trama em si, eu busquei me distanciar o máximo possível das histórias conhecidas e de personagens batidos. Como o livro é para o público adolescentes, tive que manerar algumas partes para não ficar pesado ou sombrio demais, mas acho que funcionou, né?

4.O mundo está vivendo uma nova onda do vampirismo, impulsionado por Stephenie Meyer e a saga Crepúsculo, você acredita que teve algum reflexo em seu trabalho?


Laura-
A primeira coisa que fiz quando aceitei o projeto, foi ler os livros da Stephenie Meyer para saber do que se tratava e para não correr o risco de escrever algo similar a ela. Então eu diria que o único reflexo que a saga Crepúsculo teve em meu trabalho foi evitar caminhar pelos mesmos caminho. O que aconteceu, e isso é inegável, foi que a editora quis aproveitar a onda vampiresca e lançar algo no estilo. Editoras fazem isso, sabe?
Enfim, pra mim foi uma experiência nova, com assunto e públicos desconhecidos e eu tive que me virar pra dar conta dela.

5.Uma curiosidade na história é a mistura de literatura com a música, mais específicamente o rock, isso já estava na sua cabeça desde o início ou foi algo que acrescentou ao longo da história?


Laura-
Quando eu comecei a escrever, o livro não rolava porque estava em terceira pessoa. Aí eu resolvi mudar pra primeira pessoa e logo na primeira frase do livro veio a coisa da música. Eu queria deixar claro o estado de espírito da personagem e na hora pensei em duas canções: Another Day e Every Day is Exactly the Same. Ao mesmo tempo, todo livro que faço tem que ter uma conexão íntima comigo, embora nem sempre isso esteja claro no texto. As vezes é uma personagem ou um lugar. No caso deste livro foi a música, que amo tanto quanto amo livros, então achei que seria um casamento ideal. Depois, é gostoso você poder musicar uma história, fazer este tipo de link emocional com o leitor.

6.As músicas funcionam como trilha sonora para o livro, como você as escolhe? É de acordo com a letra, melodia, com cada momento, personagem (…)


Laura-
Tudo isso que você falou. Busquei músicas cujas letras fossem pertinentes ao momento do livro e do personagem e que ao mesmo tempo tivessem boa sonoridade. Embora o rock seja o mote, já que o personagem principal é vocalista de uma banda de trash metal, tem muito pop e muito country também, de acordo com o momento que os personagens estão vivendo.

7- Pela união de música e literatura, dá a entender que você gosta de rock, quais suas bandas favoritas?


Laura-
Gosto muito de rock, sou da geração dos grandes nomes e das grandes bandas, do tempo que disco de rock tinha uma faixa apenas de cada lado e as músicas demoravam séculos para terminar. Eram viagens, não apenas pano de fundo, entende? Nesta época eu era considerada esquisita pelos meus colegas porque o pessoal curtia baladinhas românticas e eu ouvia Deep Purple e Led Zeppelin. Acabei ganhando um fone de ouvido dos meus pais, pra não ensurdecer a família com minhas músicas (risos).
Gosto de outros gêneros também, não sou bitolada em rock, mas o rock’n’roll é mais que música, é uma filosofia de liberdade, verdade, expressão limpa do sentimento, sem se preocupar com as conveniências sociais. Através do rock, minha cultura musical disparou e eu conheci o blues, o jazz, enfim, as origens da música negra americana que acabou tomando conta do mundo e influenciando gente do outro lado do oceano, como os Rolling Stones e os Beatles.
Gosto de muitas bandas, mas as prediletas são Pink Floyd, Queen, Metallica, Black Sabbatah. Mas há várias outras, não dá pra listar todo mundo.

8- Os personagens principais, Bill e Megan, são inspirados em pessoas conhecidas ou partiu de um ideal criado por você?



Laura-
Como eu disse, o livro só rolou em primeira pessoa e quando se escreve em primeira pessoa a gente acaba meio que se misturando ao personagem, então a Megan tem alguns comportamentos e jeitos que são meus. Por outro lado, ela também tem muito de muitas outras pessoas e mais um tanto de criação mesmo. Bill Stone é um caso a parte. Assim que topei fazer o livro eu já sabia como ele seria fisicamente. Ele seria parecido com o Adam Lambert, principalmente no jeito sensual e nos olhos fascinantes. Lógico que todo o resto eu criei, mas a aparência do Bill, o jeitão sensual e poderoso eu peguei do Adam, sim, além da capacidade vocal e do talento incrivel.

9- Os títulos da saga Red King lembram os de Meyer, foi uma escolha sua ou da editora? Este era o título desde o início?

Laura-
Foi escolha da Mythos, eu queria Reis Vermelhos para o primeiro e Estrela Negra par ao segundo, não curto ficar “colando” coisas dos outros.

10- Agora, 9 de julho, Lua Negra será lançado. O que os fãs podem esperar do 2° livro?


Laura-
Neste segundo livro a história fica mais densa, os tempos de conto–de-fadas da Megan meio que viram um pesadelo e ela passa por situações muito perigosas e complicadas. O passado de Bill vem à tona, os vampiros aparecem, há um psicopata entre os rovdyrs, Red Leaves é atacada por criaturas ancestrais que modificam o clima, enfim... a história segue por outros rumos. Evidentemente, o tom é suavizado por ser um livro para adolescentes, mas o humor, as músicas e confusões ganham cores mais sinistras.

11- Lua Negra já tem data marcada para estréia, haverá noite, tarde de autógrafos?


Laura-
Eu ainda não decidi isso. Recebi proposta de duas livrarias, mas por conta de situações pessoais não sei se será possível neste momento. De qualquer forma, talvez eu faça algo durante a Fantasticon, vamos ver o que rola até lá.

12- Do que se tratam seus outros livros? Fale um pouco sobre eles.


Laura-
Meus livros são romances sobrenaturais em sua maioria. Acho que talvez uns dois ou três apenas tenham fugido do tema. Gosto de trabalhar com o sobrenatural, gosto de levar as pessoas a questionarem a realidade, a se perguntarem se o mundo é só isso que os 5 sentidos captam ou se tem mais coisas nisso tudo. Já li resenhas de pessoas que viram aspectos de auto-ajuda nos meus textos, mas nunca foi minha intenção seguir esta linha, embora os livros contem histórias de superação.
Quando comecei, a editora me deu parâmetros mas me deixou livre para criar o que quisesse dentro deles, então eu brinquei com várias tramas e estilos, experimentando de tudo um pouco.
Fiz também um livro infantil – Tristin McKey e o Mistério do Dragão Dourado - que voltou às livrarias agora e que está tendo ótima aceitação. Particularmente gosto muito dele e fico feliz ao vê-lo agradar quem lê.

13- Muitos de seus livros são vendidos em bancas de jornal, você percebe algum preconceito por isso?


Laura-
Muito (risos), mas não ligo. Todo preconceito é ignorância e isso é algo que faz parte do mundo. Muita gente acha que porque é vendido em banca não tem qualidade, mas as pessoas que acham isso não lêem esses livros, então como elas podem saber? Já dizia o Nelson Rodrigues que toda unanimidade é burra, então é saudável ter quem não goste, o que eu acho estranho é alguém não gostar do que nunca experimentou. E meus livros estão em livrarias também, aliás, estão em uma das livrarias mais badaladas de São Paulo que é a Livraria da Vila e vendem super bem por lá, então...

14– O que você acha das campanhas em prol dos autores brasileiros que estão acontecendo na Internet?


Laura-
Fantásticas e imprescindíveis. Primeiro para acabar com a idéia de que brasileiro não sabe escrever, que só livro estrangeiro é bom. Segundo porque é uma maneira de dar visibilidade a tantos talentos que existem neste país e acabam passando batido pelo público leitor. Em um país onde a cultura virou artigo de luxo, tem que fazer barulho e chamar a atenção das editoras para nossos escritores. Eu apóio totalmente estas iniciativas e participo na medida do possível de todas elas.

15– Você poderia dar algumas dicas para quem quer seguir a carreira de escritor?


Laura-
Bom, a principal dica para quem quer ser escritor é LER MUITO. E ler sobre tudo, conhecer diferentes autores e gêneros, perceber como a trama se desenrola, como os personagens são construídos e descritos, enfim, ler por prazer, mas também para aprender. Outra coisa é praticar muito, brincar com as idéias, escrever o que der na telha sem muito compromisso. Quanto mais se escreve, mais fácil fica, podem acreditar.
Outro ítem importante: o Português! Acentos, plurais, vocabulário e coerência são fundamentais! Muitas vezes a idéia é boa, mas o texto está tão mal escrito que a editora deixa de lado, simplesmente porque não entende o que está lendo. Não adianta ter preguiça, tem que caprichar na hora de escrever. E claro, escrever de forma limpa, sem querer parecer ser o que não é. Não adianta usar um monte de palavras dificeis só para enfeitar o texto, porque aí perde a naturalidade e é justamente a naturalidade da narrativa que cria o link com o leitor. Falando assim parece complicado, mas não é. É só praticar que tudo isso que eu disse começa a fazer sentido e se torna automático. Boa sorte!

terça-feira, 6 de julho de 2010

Conhecendo Laura Elias , a autora da saga Red Kings


Dado continuidade a campanha de incentivo aos escritores brasileiros de literatura fantástica o Vez e Voz escolheu para a próxima entrevista a escritora Laura Elias. Confira um pouco da história da autora:

Laura Maria Elias nasceu em Barra Mansa estado do Rio de Janeiro em 1960.

Apaixonada por livros, começou ainda criança a rabiscar as primeiras linhas e aos 14 anos tinha pronto o livro O Colar de Esmeraldas, uma aventura policial visivelmente inspirado nos livros de Agatha Christie que a autora devorava na ocasião.

Sem nunca pensar em editar seus escritos ou seguir a carreira literária, Laura Elias cursou Economia na Universidade Presbiteriana Mackenzie em São Paulo e trabalhou com Comércio Exterior até o ano de 2001, quando por questões pessoais desligou-se do setor.

Em 2002 inscreveu-se como tradutora voluntária na Revista UFO, onde após alguns meses foi convidada pelo editor para redigir um artigo. Embora esta primeira matéria fosse publicada quase um ano depois, outras vieram neste ínterim, transformando Laura em uma das principais articulistas da publicação. Foi também através da revista UFO que a escritora realizou palestras em simpósios e congressos de ufologia, além de participar de vários programas de TV sobre o assunto.

Em 2005 foi indicada pelo editor da Revista UFO à Editora Mythos que na ocasião procurava autores para lançar uma linha de romances em formato pocket, os famosos romances de banca como são chamados aqui no Brasil. Seu livro teste, Laços do Passado, tornou-se o primeiro romance lançado pela editora, seguido de muitos outros. Apesar de sua grande capacidade produtiva, Laura assinava suas obras com pseudônimos variados, sendo o mais conhecido deles Loreley Mackenzie. A autora publicou também como Sophie H. Jones, Suzy Stone, Laura Brightfield e Elizabeth Carrol.

Em 2007, além de ter alguns de seus livros re-editados para livraria, a escritora lançou também seu primeiro infanto-juvenil Tristin Mckey e o Mistério do Dragão Dourado. Também em 2007 abandonou os pseudônimos, passando a assinar seus livros como Laura Elias.

Em 2009 lançou Crepúsculo Vermelho, o primeiro de uma série de 3 livros, inaugurando assim mais uma fase em sua próspera carreira de escritora. Também passou a figurar no mundo virtual, lançando seu blog e um blog para o livro. Neste ultimo a autora construiu todo um universo próprio, com filmes, entrevistas, depoimentos e matérias relacionadas aos personagens e à banda de Trash Metal, The Red Kings of Dark Paradise.

Atualmente Laura está escrevendo seu 35º livro, o terceiro volume da série do Red Kings, provisoriamente intitulado Luz na Noite ainda sem data de lançamento. Ao mesmo tempo preprara-se para o lançamento do segundo volume da série, LUA NEGRA, previsto para julho/2010.

* A biografia foi retirada do próprio site da autora

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Quarto onde baixista do Slipknot foi encontrado morto tinha seringa e comprimidos espalhados


O empregado do hotel onde foi encontrado morto na segunda-feira, 24/05, o baixista da banda Slipknot disse à polícia que havia uma seringa hipodérmica próxima à cama de Paul Gray, além de comprimidos espalhados por todo o lugar. Mike Kellow, funcionário do TownePlace Suites, afirmou que encontrou o corpo do músico de 38 anos encostado contra a parede, em um canto do quarto. O hotel fica em Des Moines, no estado do Iowa, Estados Unidos.

Kellow contou que foi ao quarto de Gray depois que a mãe do baixista ligou para o hotel dizendo que não conseguia falar com o filho. De acordo com a polícia local, não havia sinais de violência no corpo do músico. A necrópsia, realizada na terça-feira, não revelou a causa da morte , e os investigadores aguardam os resultados de testes toxicológicos. A previsão é que as investigações durem de quatro a seis semanas.

Gray era membro-fundador do Slipknot, que despontou para o sucesso com seu disco de estreia, "Slipknot", de 1999. A banda de metaleiros mascarados foi indicada a sete prêmios Grammy e levou a estatueta de melhor performance de metal em 2006. O último álbum da banda, "All hope is gone", foi lançado em 2008 e seu sucessor estava sendo planejado para 2012.

Fonte: O Globo

domingo, 23 de maio de 2010

Shows Inacreditáveis


O programa Top top da mtv, apresentado por Marina Person e Leo Madeira é conhecido por fazer listas dos dez mais... esta semana não foi diferente porém o assunto chamou atenção: os dez shows mais inacreditáveis do mundo da música. Separamos alguns destaques do programa:

Beatles- no Shea Stadium(1°show num estádio)
Frank Sinatra- no maracanã(1°show num estádio no Brasil)
Pink Floyd - em Pompéia( show nas ruínas, com um vulcão em atividade e sem nenhum publico)
Johnny Cash- em Folsom Prision(penitenciária de segurança máxima, detalhe, o publico era formado por detentos no refeitorio)
Cramps- a banda tocou num manicomio em Napa Valey(o público? os pacientes, é claro, e ao contrário de Folsom, lugar de segurança máxima, o manicomio era de segurança mínima)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Nasi lança dvd "Vivo na Cena" amanhã na Saraiva


Saraiva traz Papo Musical com Nasi para lançamento do DVD Vivo na Cena, Gravadora Coqueiro Verde, amanhã, 20 de maio às 19h no Shopping Ibirapuera.

"Vivo na Cena" tem o objetivo de mostrar todos os gêneros musicais pelos quais Nasi navegou ao longo de sua carreira. Em seu primeiro trabalho solo após a saída do Ira em setembro de 2007, o cantor volta ao cenário musical com o repertório baseado em toda sua trajetória, desde o pós punk paulistano, passando pelos trabalhos com o Ira, Voluntários da Pátria e Picassos Falsos.

sábado, 17 de abril de 2010

Placebo faz show hoje em SP


Hoje, sábado 17/04, a banda Placebo faz show em São Paulo encerrando a passagem pelo país que incluiu apresentações em Porto Alegre(dia 13), Curitiba(dia 14) e Belo Horizonte(dia 16).

Sobre a banda Placebo
Placebo é uma banda européia, formada em 1994 em Londres, Inglaterra. Seus integrantes são o belga Brian Molko (vocalista, guitarrista e tecladista) e o sueco, Stefan Olsdal ( baixista, guitarrista e tecladista) e o Californiano Steve Forrest ( baterista). O grupo esteve no Brasil pela última vez em 2007, e lançou seu mais recente cd intitulado “Battle for the sun”, em 2009.

Serviço:
Ingressos: R$ 160,00 – pista
Credicard Hall
Av. das Nações Unidas, 17955
São Paulo – São Paulo
Telefone: (11) 6846-6000
site: http://www.credicardhall.com.br

Korn faz show em SP


O Korn faz em abril seu único show no Brasil em 2010. A banda norte-americana toca em São Paulo no dia 21, no Credicard Hall, depois de dois anos de sua última visita no país. Para esse próximo show, a banda repetirá a mesma formação da última apresentação no Brasil, realizado em 2008, na abertura do show de Ozzy Osbourne. Ou seja, o grupo não terá o baterista David Silveria e o guitarrista Brian “Head” Welch. A formação atual Korn conta com o insubstituível Jonathan Davis (voz), além de James “Munky” Shaffer (guitarra), Reginald “Fieldy” Arvizu (baixo) e Ray Luzier (bateria).

Repertório
O repertório do show deve se concentrar nas músicas do álbum Korn, de 2007, e outras clássicas, como: Freak on a Leash, Falling Away From, Make Me Bad, entre outras. O álbum homônimo, último lançado, recebe o mesmo título do disco de estréia. Atualmente, a banda trabalha na finalização de um novo trabalho, intitulado de Korn III – Remember Who You Are, que será lançado neste ano.

Formada no início dos anos 90, a banda californiana alcançou um grande destaque ao apresentar uma inovadora e explosiva mistura de elementos do heavy metal e rap. Com um som agressivo e diferenciado, o Korn foi uma das principais bandas responsáveis para a consolidação do chamado new metal, sendo apontado como um verdadeiro ícone do gênero.

Dia: 21/04/10 a partir das 21h30
Local e bilheteria oficial: Credicard Hall
Ingressos online: Ticketmaster
Preço dos Ingressos
R$ 300,00 (Camarote I), R$ 250,00 (Camarote II),R$ 180,00 (Pista), R$ 300,00 (Pista Premium), R$ 120,00 ( Platéia I), R$ 100,00 (Platéia II e III).

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Morre Peter Steele, vocalista do Type O Negative



O vocalista da banda de rock Type O Negative, Peter Steele, de 48 anos, morreu na noite de quarta-feira, em Nova York. A causa, ainda não confirmada, teria sido insuficiência cardíaca.

A notícia se espalhou logo cedo nesta quinta por fãs na internet e foi confirmada pelo site oficial do grupo: "Por favor, sejam pacientes e esperem por declarações da banda e da família mais tarde. Obrigado pela compreensão e pelo apoio". Peter Steele lutava contra o vício em álcool e cocaína. O motivo da morte deve ser anunciado após uma autópsia.

Em 2005, foi espalhado um boato na web de que Steele teria morrido, depois que a imagem de uma lápide com o nome do vocalista foi publicada na página do Type O Negative.

Peter Steele nasceu Petrus T. Ratajczyk no dia 4 de janeiro de 1962, no Brooklyn, em Nova York. Ele participou como vocalista, baixista e letrista de sete discos do Type O Negative, entre 1991 e 2007.

Fonte: O Globo

O que os músicos dizem sobre a morte de Peter

“Em nome de todos os fãs brasileiros do Type O Negative e de inúmeras bandas que eles influenciaram assim como me influenciaram a montar a Ravenland em 1996 após eu escutar o seu grande álbum 'October Rust', gostaria de deixar registrado aqui os meus votos de admiração eterna pelo trabalho deste grande monstro do gothic metal, Peter Stelle. Que ele descanse em paz, pois seu baixo distorcido e sua voz profunda ecoarão para sempre na história do Gothic Doom Metal” diz Dewindson Wolfheart, vocal da banda de Metal Gótico paulistana RAVENLAND.

"Não há muitas palavras que possam descrever como você afetou minha vida, Peter. Desde os tempos de infância, de curtição em seu porão, às primeiras reuniões que tivemos sobre o TYPE O NEGATIVE, a ser perseguido por toda a Europa por grupos de esquerda radical com ameaças de bomba e, eventualmente, a criação de um dos álbuns mais influentes de todos os tempos. Você me afetou e influenciou-me como artista e como pessoa, você foi um dos amigos mais divertidos e mais generosos que já conheci. É uma honra ter estado lá com você através do tempos difíceis que nós chamamos o início e agora o final. Eu sou o músico que sou hoje por causa de você e agradeço a você com todo meu coração, meu amigo. Vou sentir sua falta e te amo. Este é realmente o fim de uma era" declarou o ex-TYPE O NEGATIVE e atual baterista do LIFE OF AGONY, Sal Abruscato.

"[Descanse em paz], meu amigo, irmão e mentor, Peter Steele, Type O Negative, Carnivore ... a minha maior influência musical ... ele deu o nome Biohazard.Eu já sinto muito tua falta ... Eu amo você, irmão. Espero que você esteja em um lugar melhor" postou no twitter o baixista/vocalista Evan Seinfeld, do BIOHAZARD.

"Como um fã há mais de 20 anos, a notícia da morte de Peter Steele é muito difícil pra mim. Literalmente, uma hora antes de receber a mensagem de texto do meu baixista Hank que ele tinha morrido, eu estava em uma lanchonete no Brooklyn com um amigo e estávamos conversando sobre Carnivore e Type O Negative. Meu amigo e eu estávamos conversando sobre como nós estávamos felizes de que Pete estava sóbrio e que um novo disco e uma tour do Type O Negative vinham aí.
Eu costumava manter um registro de todos os shows que eu fui desde o primeiro em maio de 1988 até o final de 2000 e eu tinha notado que recentemente o aniversário de 20 anos do primeiro show do TON se passou, em 23 de março de 1990 em L'Amour, no Brooklyn, em que o Icemen e American Eagle foram a abertura. Eu estava lá e eu tinha 16 anos, verificando Pete do Carnivore e sua banda nova e eu os amei desde aquele dia. Eles eram chamados de Repulsion e, em seguida, foram vendendo a demo de cor verde que eu comprei naquela noite e ainda possuo até hoje. Se chamavam antes de New Minority, depois viraram Repulsion, Sub-Zero e finalmente Type O Negative. Pete significou muito para mim, e ele significava muito para o Brooklyn. Eu diria que ele era sem dúvida a mais bem sucedida pessoa do Brooklin da cena hardcore / metal e um verdadeiro 'Brooklyn Bastard', se já houve um.Carnivore e Type O Negative tiveram um tremendo impacto em minha vida e estou fora de mim agora.Descanse em paz, meu irmão. Você sempre fará falta"
falou o vocalista Mike Scondotto, do INHUMAN.

"Peter Steele, um verdadeiro ícone, enigma, um gênio musical e um puta cara simpático com quem tive o prazer de conversar em várias ocasiões desde início dos anos 90, teria morrido de insuficiência cardíaca na idade de 48. 5 da manhã, a notícia ainda não confirmada, mas apesar de um boato semelhante em 2005, parece que os relatos de sua passagem são verdadeiras.Seu trabalho com Type O Negative era inovador e uma grande influência sobre mim e outros membros da Icarus Witch.Como diz a canção,"Everything Dies" (Tudo Morre), mas sei que música vive..."
foram as palavras do baixista Jason Myers do ICARUS WITCH.

Vocal do Bíquini Cavadão promete novo CD para 2010


Icone do rock nacional dos anos 80, o Biquíni Cavadão está produzindo um novo disco que deverá ser lançado neste ano. "Nós lançamos Acordar para Sempre com Você, uma parceria com o Lucas Silveira da Fresno, e ao longo do ano iremos gravar as outras músicas para lançar o disco", anuncia Bruno Gouveia, vocalista da banda.

domingo, 11 de abril de 2010

Roça ‘n’ Roll traz banda ícone dos anos 80


Os paulistas do Salário Mínimo prometem agitar o sul de minas

A década de 80 pode ser considerada como a era de ouro do rock nacional. Para o heavy metal, os anos oitenta foram decisivos, pois marcou o crescimento do estilo em nosso país. E um dos pioneiros dessa época toca no dia 12 de junho, na Fazenda Estrela, em Varginha, no Sul de Minas, na 12ª expedição do Roça ‘n’ Roll: a banda paulista Salário Mínimo.

Com visual extravagante, o grupo teve grande repercussão na cena rock brasileira com uma sonoridade calcada no hard rock. O currículo da banda traz dois álbuns e uma participação na coletânea SP Metal, lançado pela Baratos Afins em 1984. Após uma paralização de 14 anos, o Salário Mínimo retomou as atividades em 2004. O álbum “Simplesmente Rock”, lançado em 2009, é um marco do retorno do grupo.

Formado atualmente por China Lee (vocal), Daniel Beretta (guitarra solo), Junior Muzilli (guitarra e backing vocal), Diego Lessa (baixo e backing vocal) e Marcelo Ladwing (bateria), o Salário Mínimo é uma das atrações principais do Roça ‘n’ Roll deste ano.

Segundo a Cangaço Produções, a vinda da banda ao Sul de Minas é um momento histórico. “Para os fãs das antigas o show é simplesmente imperdível! E para os novos é uma oportunidade única de assistir ao vivo um dos baluartes do heavy metal nacional”, destaca Bruno Maia.

O cast do evento já conta com Torture Squad, Kamala, Almah (projeto de Edu Falashi do Angra), Bittencourt Project (projeto de Rafael Bittencourt do Angra), Raveland, Hammurabi, Unliver e Mercuryio Projectile. A organização divulga novas atrações em breve.

A programação da 12ª edição do Roça ‘n’ Roll destaca o III Torneio de Truco do Roça, campeonato de Air Guitar e Guitar Hero, workshops, performances teatrais e exposição de arte. O objetivo é promover a cultura e a interação entre os fãs de Rock e Heavy Metal de várias regiões do Brasil.

sábado, 10 de abril de 2010

Gol Fest leva Titãs e Arnaldo Antunes ao Anhembi


É hoje, sábado 10/04, que ocorre o Gol Fest no Anhembi com exposição de carros e shows das bandas Titãs, Replace e Arnaldo Antunes. Confira a programação:

9h às 17h
Museu Gol Fest — Modelos que marcaram época desde 1980
Tuning Gol Fest — O carro mais amado do Brasil em customizações turbinadas. Concurso de som de design
Clube Gol Fest — Espaço dedicado para os apaixonados por Gol
É Gol do Brasil — Participe e concorra a um Gol 0Km

Loja EcoSocial — Compre a camiseta e colabore com um mundo melhor
Espaço Kids — Muita diversão com pista de Mini-Gol e brinquedos infláveis
Feirão Gol Fest — Novos e Seminovos. Ofertas imperdíveis
Espaço Bosch — ABS Experience - Pista de Teste


12h/14h/16h
Espaço Segurança Veicular — Uma apresentação para causar impacto

Gol Fest Show \ Palco - Pista
10h / 12h15 - Show das Bandas Gol Fest
10h / 14h05 - Performance de guitarrista da Tagima e Convidados
11h / 15h - Show de Pilotagem com acrobacias eletrizantes e apresentação do Gol Lowrider
12h - Sorteio do primeiro novo Gol 0Km
13h45 - Banda Replace vai agitar o público com o melhor do Pop Rock
14h35 - Histórias inusitadas sobre o Gol contadas pelos próprios donos
16h - Sorteio do segundo novo Gol 0Km
16h15 - Premiação de som e design para os melhores tuning de Gol
17h - Desfile cronológico de Gols - A história do Gol vai passar diante dos seus olhos. Entrevista com os donos
18h - Sorteio do terceiro novo Gol 0Km
19h - Encerramento com grandes sucessos da Banda Titãs e Arnaldo Antunes

Serviço:
Arena Skol Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana
OBS: Às 17h fecham-se os portões para a entrada no Gol Fest

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Yes Rock com a banda Hori em São Caetano


Banda Hori, do vocalista Fiuk convida para o YES! ROCK, festival/show que acontece dia 10 de abril no Victoria Hall em São Caetano do Sul, grande ABC paulista. O Festival Yes Rock, é mais voltada para os adolescentes dos 10 aos 18 anos, e trás o que há de melhor nesse conceito de pop rock nacional, com as bandas revelação do momento.

Entre as atrações, está a banda Hori, que tem como vocalista o filho do cantor Fábio Jr., Fiuk, e mais bandas: Restart, Stevens, Mash, Manoela Gavassi, Dj Arikawa, Hydrogen, Influence, Inside, Aero 26, Alfa Juliet, Elementos Tóxicos, Stickers, Scream For Hope, Cast, The Left Suite e os Colírios: Dudu Surita, Emílio Eric, Hector Mosterio, Matheus Donadio, Victor Carbono, Erick Kuhm, Piconn, Samir Rachid, Luan Sacomani, Aboutis e Pedroso.

Sobre a banda Hori
Hori é a nova geração do pop rock nacional, liderada por Fiuk, filho do cantor Fábio Jr., e protagonista de Bernardo, personagem principal da “Malhação”, na Rede Globo. Eles se apresentam pela primeira vez no ABC. Formação da banda: Fiuk (vocal), Max Klein (guitarra e voz), Renan Augusto (guitarra e voz), Fê Campos (baixo) e Xande Bispo (bateria). Influências: Jota Quest, Queen, Coldplay, Incubus e Oasis. Hits de Sucesso: “Só Você” e “Segredo”

Os ingressos do 1° e 2° lote já estão esgotados mas ainda resta o 3º lote que sai por R$ 35,00 e, pode ser encontrado em um dos pontos de venda:Lojas Jungle Beach, Lojas Ticano, Lets Academia, Victoria Hall.

Serviço:
Abertura dos portões – 11h00
Término previsto – 22h00.
Onde: Victória Hall – São Caetano do Sul / SP
Censura: Livre