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domingo, 23 de maio de 2010

3° temporada de True blood tem data marcada para estréia


A terceira temporada de True Blood tem data de estreia prevista para o dia 13 de Junho na HBO. A última promo irá para o ar no intervalo do episódio final de Lost, no próximo domingo. Mais cenas de nudez, acção, lobisomens e muito mais sangue é o que promete esta terceira temporada de True Blood.

Nessa entrevista para Michael Ausiello, Alan Ball fala da 3ª Temporada.

Algumas pessoas ficaram surpresas com a estrutura do final e sua decisão de encerrar a história de Maryann nos primeiros 30 minutos.
BALL: Eu tento olhar para a série basicamente como se fosse uma novela, e cada episódio é um capítulo. Acho que estou influenciado por assistir programas de TV e Box de DVD’s. Enfim, é dessa forma que a coisa funcionava. E o final da temporada no ano passado foi muito semelhante.

Por que não tivemos mais de Eric no final?

BALL: Há uma razão para não termos visto Eric na última parte do episódio, mas se eu explicar, eu estarei falando demais.

Será que ele vai ser importante na próxima temporada?
BALL: Sim. Apesar de que quando vi o seu [episódio mais recente da TV Ausiello], por um momento eu pensei “nós vamos ter que matar Eric”, porque você é o cara. Pensei ” uau, eu tinha muitas temporadas planejadas para Eric, mas acho que vou ter dar fim nele”. [Risos]

Falando nisso, você está surpreso com a paixão de Sookie/Eric com os fãs?

BALL: Sim. Eu tento não me envolver nisso porque só espécie de.. é muito confuso. Eu não quero que isso influencie o show. Pessoalmente, eu gosto, sim, Eric é quente, além de ser perigoso, e eu não sei se ele iria amar alguém além de si mesmo. Qual é o apelo nisso? O bad boy? O perigo?

Por que Sookie não foi suscetível aos poderes de Maryann, mas Jason foi? Será que eles têm pais diferentes?
BALL: Eles têm os mesmos pais. Vamos descobrir o que Sookie é [na próxima temporada]. Há coisas como genes dominantes e recessivos. Talvez Jason seja fundamentalmente humano, mas ele tem algum traço de alguns material não humano. Ele é uma espécie ridiculamente perfeito [de ser humano]. Ele é atlético e tem aquela coisa de carisma, talvez ele tenha tido algum tipo de ajuda nesse sentido. [Risos] Finalmente, se você olhar para porcentagens, ele é sobretudo humano. Já Sookie tem uma forte predisposição genética em outra direção. As pessoas que leram os livros sabe exatamente do que eu estou falando. Para as pessoas que não sabem, isso será revelado.

O que é aquela obsessão da rainha por Yahtzee?
BALL: Você tem 400 anos. O que você vai fazer? [Risos] É algo que surgiu no e achamos que seria engraçado.

Os fã estão divididos sobre Evan Rachel Wood como a Rainha. A grande queixa é que ela não parece bastante assustadora.
BALL: Ela será. Você não gostaria de um personagem que você olhasse depois e ele estaria explodindo. É engraçado porque os fãs são tão raivosos. Claro, isso é fantástico. E o fato de que eles são tão completamente envolvido no show, eles ficam aborrecidos e pensam “eu não gosto disso! Eu amo isso” . Significa que as pessoas estão assistindo o show e é realmente comovente. Eu acredito que a série terá vida longa. Você não pode explicar tudo e explodir sia ira no primeiro episódio que você cria um personagem pela primeira vez. Tudo que posso dizer é para continuarem assistindo. Fará sentido.

Ela irá retornar na próxima temporada e estará regular na série?
BALL: Ela não estará regularmente na série, mas ela vai aparecer. Cada estado tem sua própria realeza vampiro. Nós vamos encontrar o Rei do Mississipi e haverá algumas coisas interessantes acontecendo entre ele e a Rainha Evan.

Eu gostava de Michelle Forbes no papel de Maryann, a história parecia que se estava se alongando. Por que demorou tanto tempo para ela chegar ao fim?
BALL: Isso é parte do que a Rainha conversou. Elas estão sempre improvisando. Ela realmente não pode conjurar um Deus. Mas ela é tão fervorosos na sua opinião que continuou tentanto, sacrifício aós sacrifício. Ela é completamente delirante. Ela matou a Sra Jeanette como quem pessa estar indo ao trabalho. Ela sempre pensa que está indo para o trabalho. Ela nunca faz porque nunca o Deus que vem realmente vem. Mas ela acreditava fervorosamente que iria conseguir, ela acreditou por milhares de anos. É assim que eles eram capazes de ser mais esperto que ela.

Nós a vimos pela última vez?

BALL:
Sim, ela se foi. Eles destruiram ela. Ela nunca irá voltar – o que eu odeio, porque eu amo [a Michelle], era muito divertido trabalhar com ela. Ela é realmente deliciosa e todos a ama e odiavam ter que matá-la, mas tivemos que fazer.

O que você vai seguir do livro na próxima temporada?

BALL: Tomamos a essência dos livros, [mas] nós partiremos sempre no sentido do que for melhor para a televisão, por oposição à leitura. Continuamos a usar os livros como modelos. Mas agora que eu já li todos os nove livros, há coisas que são reveladas em livros mais tarde, de modo que provavelmente vai acontecer mais cedo na série comparado aos livros.

Você colocará o lobisomem Alcide?
BALL: Sim.

Você já o encontrou?

BALL: Não. Nós também temos que encontrar os parentes de sangue de Sam, o Super Vampiro Mau Franklin Mott, temos que encontrar Debbie Pelt, vamos realmente conhecer as pessoas que vivem em Hotshot um pouco antes do previsto. Nós já temos 4 episódios incompletos e já enviei para os escritores para escreverem os roteiros do que falta.

Vimos a Irmandade do Sol pela última vez?
BALL: Não. Steve apenas foi humilhado, eles ainda existem. E talvez ele esteja mais irritado do que nunca.

O fato de Jason ter matado Eggs me faz pensar que você poderia reiniciar a história de amor de Jason e Tara na próxima temporada. Você irá fazer isso?
BALL: Certamente, Jason vai ser consumido pela culpa. E ele vai se sentir como “Eu arruinei sua vida e eu tenho que fazê-la se sentir melhor”. Se isso é sensato, depende da forma de como você vê. Acho que certamente Tara desistiu de sua obsessão por Jason, mas agora que ela está lidando com a pior coisa que já lhe aconteceu, ela poderia estar mais vulnerável aos seus encantos.

Tara sempre vai estar em um relacionamento feliz?
BALL: Relacionamentos felizes são chato. Nós todos queremos isso para nossa vida. Mas eu não quero ver isso na TV.

Algum plano para dar a Lafayette um namorado?


BALL:
Sim.

Qualquer coisa é iminente?

BALL: Não posso falar nada. Mas certamente veremos mais e mais de Lafayette. Ele construiu uma série de muros em torno de si. Mas vamos vê-lo começar vulnerável, no próximo, e não será apenas medo de Eric.

Algum arrependimento por ter matado Godric? Eu tenho certeza que você está ciente de que o personagem foi muito bem recebido.
BALL: Não há volta em querer matá-lo porque eu acho que [ahistória foi] realmente poderosa. Essa foi a minha parte favorita no segundo livro. No entanto, podemos sempre voltar trás na história. Ele e Eric tiveram um relacionamento durante mil anos. Nós podemos sempre voltar e vê-lo novamente.

Hoyt e Jessica estão condenados?
BALL: Eles ainda se amam. Mas eles provavelmente terão problemas, como você provavelmente pode dizer com base no episódio da noite anterior.

Você percebe o quão impressionante é esses dois juntos, certo?
BALL: Eu sei disso.

Quanto tempo teremos de esperar para a 3ªtemporada?

BALL:
Provavelmente, vamos fazer a estréia na mesma época que fiz este ano. Nós estamos querendo filmar alguns episódios antes da pausa do Natal. Eu não sei se a HBO vai trazer o show de volta mais cedo, mas certamente não será mais tarde.

Há algo que eu estou esquecendo de lhe perguntar?
BALL: Eu estou surpreso que você não tenha perguntado quem levou Bill.

Quem levou Bill?
BALL: Foi a mãe de Hoyt.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Sessão de cinema árabe no Núcleo de Cultura Árabe do Esporte Clube Sírio


No próximo sábado, 22 de maio, o Núcleo de Cultura Árabe do Esporte Clube Sírio realizará mais uma sessão de cinema árabe com o documentário Al Nakba (A Catástrofe), pertencente ao acervo do Instituto da Cultura Árabe (ICArabe). A exibição ocorrerá no Auditório, às 16h.

Para este ano ainda estão programadas as seguintes seções, que ocorrem sempre no último ou penúltimo sábado de cada mês:

19/06 - Lemon Tree
31/07 - Lawrence da Arábia
18/09 - Esperança em um tiro de estilingue
20/11 - Filmes ruins, árabes malvados

Al Nakba (A Catástrofe)

País: Catar
Ano: 2007
Título original: Al Nakba (the Catastrophe)
Elenco: Sem elenco (Documentário)
Direção: Rawan Damen
Produção: Aljazeera Network
Duração: 100’ (1ª parte)
Formato: BetaCam, Colorido
Legendas: Português (por Said Bichara e Felipe Benjamin Francisco)

Sinopse

Produto de um trabalho inédito de pesquisa rigorosa em arquivos ingleses do período do governo britânico da Palestina (1922-1948), o documentário revela momentos pouco explorados da história palestina, acompanhados de uma reflexão profunda de estudiosos tanto israelenses, como palestinos e ingleses. Aborda, como um todo, o período que vai de 1799 a 1947, denunciando o papel do mandato britânico na colonização da Palestina e a preparação da chamada al nakba, a tragédia do povo palestino. Levanta, em última instância, a noção de que o mesmo processo de expulsão, desapropriação e desenraizamento da população palestina, iniciado em 1947, continua vigente até os dias de hoje.

Serviço:
Esporte Clube Sírio: Avenida Indianópolis, 1192 – Ibirapuera.
Tel.: 2189 8500
Site: www.sirio.org.br

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Nasi lança dvd "Vivo na Cena" amanhã na Saraiva


Saraiva traz Papo Musical com Nasi para lançamento do DVD Vivo na Cena, Gravadora Coqueiro Verde, amanhã, 20 de maio às 19h no Shopping Ibirapuera.

"Vivo na Cena" tem o objetivo de mostrar todos os gêneros musicais pelos quais Nasi navegou ao longo de sua carreira. Em seu primeiro trabalho solo após a saída do Ira em setembro de 2007, o cantor volta ao cenário musical com o repertório baseado em toda sua trajetória, desde o pós punk paulistano, passando pelos trabalhos com o Ira, Voluntários da Pátria e Picassos Falsos.

domingo, 28 de março de 2010

Filme e debate agitam Dia da Terra em SP


O Cuca da UNE(União Nacional dos Estudantes) de São Paulo vai exibir nesta terça,30, o filme "Porta do Sol" seguido de um debate sobre o assunto. Dia 30 de março é comemorado o "Dia da Terra", representado pela árvore oliveira, foi neste dia em 1976 que palestinos protestaram contra a invasão do exército israelense a Galiléia. Esta manifestação foi reprimida violentamente sem distinção entre mulheres, homens e crianças, seis palestinos foram assassinados e centenas ficaram feridos e presos.

A iniciativa é uma parceria entre o Instituto de Cultura Árabe, Movimento Palestina para Todos, Sociedade Árabe-Palestina de São Paulo, Centro Cultural GianFrancesco Guarneri, Frente em Defesa do Povo Palestino e Cuca SP, com o intuito de não deixar cair no esquecimento a morte de cidadãos comuns e trazer informações sobre o tema complexo, as sociedades organizadoras e apoiadoras levantam a bandeira dos que lutam contra a criminilização dos movimentos sociais e pela democracia plena, com justiça social.

SERVIÇO
Centro Cultural GianFrancesco Guarneri
Rua Vergueiro, 2485- Vila Mariana (próx ao metro Ana Rosa)
30 de março,terça-feira, às 19h30

terça-feira, 23 de março de 2010

Desenho animado sobre o conflito Israel X Palestina gera polêmica ao redor do mundo


Ahmed e Salim são os personagens principais do desenho, dois jovens palestinos, filhos de um terrorista, que não conseguem seguir o caminho do pai pis se interessam por coisas de garotos: televisão, internet, jogos de computador, videogame. Segundo os criadores, Tom Trager (artista gráfico) e Or Paz (editor de video), trata-se de uma série de situações cômicas sobre terroristas.

O motivo de tanta confusão, principalmente nos países árabes, é a maneira como os produtores tratam do assunto. Os árabes são taxados de terroristas e Ahmed e Salim são uma espécie de projeto que não dá certo, são burros, atrapalhados e sempre estragam os planos de vingança de seu pai. Mas para quem acredita que os criadores se importam, eles deixam um recado: "ao contrário do que vocês podem pensar, não temos nada contra árabes, simplesmente não gostamos de gente em geral. E em caso de perguntas, ameaças de morte ou comentários, entrem em contato conosco".

É possível assistir os episódios da dupla no youtube ou no site oficial deles, alguns já tem legendas em português.





domingo, 21 de março de 2010

Promessas de um mundo novo


Retrata a história de sete crianças israelenses e palestinas em Jerusalém que, apesar de morarem no mesmo lugar vivem em mundos completamente distintos, separados por diferenças religiosas. Com idades entre 8 e 13 anos, raramente elas falam por si mesmas e estão isoladas pelo medo. Neste filme, suas histórias oferecem uma nova e emocionante perspectiva sobre o conflito no Oriente Médio.

titulo original: (Promises)
lançamento: 2001 (Israel) (EUA) (Palestina)
direção: Justine Arlin , Carlos Bolado , B.Z. Goldberg
duração: 116 min
gênero: Documentário

Ato terrorista: emoção e preconceito


Hassan (Ayad Akhtar) é um paquistanês que estuda Engenharia em Paris. Ele é preso pelo serviço ocidental de inteligência, que suspeita de práticas terroristas. Preso e torturado, Hassan é forçado a agir. Depois de solto, ele embarca em uma missão terrorista nos EUA, para se unir a uma célula com base em Nova York.

Gênero: Drama
Tempo: 90 min.
Direção: Joseph Castelo

Elenco:
Ayad Akhtar
Firdous Bamji
Nandana Sen
Sarita Choudhury
Charles Daniel Sandoval
Varun Sriram
Anjeli Chapman
John Ventimiglia
Mike McGlone
Aasif Mandvi
Ajay Naidu
Kamal Marayati

O Caçador de Pipas



O romance best seller agora é o mais aplaudido filme do ano. Quando garotos, Amir e Hassan eram amigos inseparáveis até que um infeliz evento os separa. Anos depois, Amir vai abalar uma perigosa missão para corrigir os erros do passado - e se redimir de maneira que jamais imaginou - demonstrando o máximo em coragem e devoção a seu amigo. Dirigido por Marc Foster (Em Busca da Terra do Nunca, Monter's Ball), "O Caçador de Pipas nos permite acreditar que pode existir justiça no mundo" - Richard Corliss, TIME

Informações Técnicas
Título no Brasil: O Caçador de Pipas
Título Original: The Kite Runner
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 128 minutos
Ano de Lançamento: 2007
Estúdio/Distrib.: Paramount Pictures Brasil
Direção: Marc Forster

Elenco
Khalid Abdalla ... Amir
Atossa Leoni ... Soraya
Shaun Toub ... Rahim Kahn
Sayed Jafar Masihullah Gharibzada ... Omar
Zekeria Ebrahimi ... Young Amir
Ahmad Khan Mahmidzada ... Young Hassan
Mir Mahmood Shah Hashimi ... Business Man in Baba's Study
Homayoun Ershadi ... Baba
Nabi Tanha ... Ali
Elham Ehsas ... Young Assef
Bahram Ehsas ... Wali
Tamim Nawabi ... Kamal
Mohamad Nabi Attai ... Uncle Saifo the Kite Seller
Mohamad Nadir Sarwari ... Spice Merchant
Mustafa Haidari ... Party Worker

Uma Viagem Muito Louca: preconceito disfarçado?


Harold e Kumar, a dupla de chapados mais bizarra de Hollywood, voltou no pique total! Eles continuam preguiçosos, fugindo do trabalho e passando seus dias só "viajando". Mas a viagem dos caras foi longe demais, porque eles agora querem chegar na cidade de Amsterdã, na Holanda, o paraíso dos chapadões de todo o planeta! O problema é que a confusão já começa dentro do avião, quando as autoridades suspeitam que eles possam ser perigosos terroristas internacionais. Harold e Kumar são presos e mandados para Guantanamo. Já dá para imaginar as confusões que eles vão aprontar neste novo filme......

Informações Técnicas
Título no Brasil: Uma Viagem Muito Louca
Título Original: Harold & Kumar Escape from Guantanamo Bay
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 102 minutos
Estúdio/Distrib.: Playarte Home Video
Direção: Jon Hurwitz / Hayden Schlossberg

ATENÇÃO
Harold é descendente de coreanos e Kumar de indianos o que os torna diferentes da maioria dos norte-americanos esteticamente e culturalmente, apesar de terem crescido lá. O interessante do filme, embora ele aposte no besteirol típico das comédias dos EUA, é tratar do preconceito mesmo que de forma divertida. Vale a pena assistir e perceber as entrelinhas do filme.

Caramelo: universo feminino em foco


O filme acompanha a trajetória de cinco mulheres libanesas em Beirute. Layal (Nadine Labaki) trabalha em um salão de beleza com outras três mulheres. Cada uma delas tem seus problemas: Layal tem um caso com um homem casado; Nisrine (Yasmine Al Masri) anda insegura com a aproximação do seu casamento; Rima (Joanna Moukarzel) é lésbica; e Jamal (Gisèle Aouad) está preocupada com sua idade. Próximo ao salão, está a costureira Rose (Sihame Haddad), uma senhora que dedicou sua vida para cuidar de sua irmã mais velha e agora vê a possibilidade de amar novamente.

Elenco:
Nadine Labaki
Yasmine Al Masri
Joanna Moukarzel
Gisèle Aouad
Adel Karam
Sihame Haddad
Aziza Semaan

Direção: Nadine Labaki
Produção: Anne-Dominique Toussaint
Fotografia: Yves Sehnaoui
Trilha Sonora: Khaled Mouzannar
Gênero: Comédia Dramática
Tempo: 95 min.

Guerra S.A : faturando alto


Guerra S.A. Faturando Alto, se passa no fictício país do Turaquistão devastado pela guerra. Dividido por um motim contra a corporação privada Tamerlane, que apesar de ser propriedade do ex-Vice Presidente dos Estados Unidos (Dan Aykroyd), tomou conta do país buscando apenas lucro. Hauser (John Cusack), um "capataz" totalmente desequilibrado, é contratado pela empresa para matar o presidente da concorrente e para fazer isso, ele tem se passar por um produtor de eventos e organizar o casamento da maluca superstar Yonica Babyyeah (Hilary Duff). Tudo muda quando o assassino Hauser se apaixona pela sexy repórter Natalie (Marisa Tomei), que quer desmascarar os "negócios" dos ex-presidente. Quando o assunto é guerra os negócios estão bombando...

Informações Técnicas:

Título no Brasil: Guerra S.A. Faturando Alto
Título Original: War, Inc.
País de Origem: EUA
Gênero: Comédia / Ação
Tempo de Duração: 106 minutos
Ano de Lançamento: 2008
Estúdio/Distrib.: Imagem Filmes
Direção: Joshua Seftel

Babel: vidas que se interligam através de um acidente


Um ônibus repleto de turistas atravessa uma região montanhosa do Marrocos. Entre os viajantes estão Richard (Brad Pitt) e Susan (Cate Blanchett), um casal de americanos. Ali perto os meninos Ahmed (Said Tarchani) e Youssef (Boubker At El Caid) manejam um rifle que seu pai lhes deu para proteger a pequena criação de cabras da família. Um tiro atinge o ônibus, ferindo Susan.

A partir daí o filme mostra como este fato afeta a vida de pessoas em vários pontos diferentes do mundo: nos Estados Unidos, onde Richard e Susan deixaram seus filhos aos cuidados da babá mexicana; no Japão, onde um homem (Kôji Yakusho) tenta superar a morte trágica de sua mulher e ajudar a filha surda (Rinko Kinkuchi) a aceitar a perda; no México, para onde a babá (Adriana Barraza) acaba levando as crianças; e ali mesmo, no Marrocos, onde a polícia passa a procurar suspeitos de um ato terrorista.


Informações técnicas:


titulo original: (Babel)
lançamento: 2006 (EUA)
direção: Alejandro González-Iñárritu
atores: Brad Pitt , Gael García Bernal , Jamie McBride , Kôji Yakusho , Lynsey Beauchamp
duração: 142 min
gênero: Drama

Z-32: Documentário de Avi Mograbi sobre o impacto da guerra na vida de um soldado Israelense


Um documentário sobre os reflexos da guerra israelense na vida de um soldado. Mostra como este fato abalou a relação dele com a esposa, seu modo de ver a vida, além dos traumas que restaram dificultando sua reintegração na sociedade.

Dirigido por Avi Mograbi este filme tem um diferencial, ele optou por usar um programa de computador para criar um rosto para o soldado e sua esposa, que não quiseram aparecer. Ao invés de colocar o fundo preto com vozes distorcidas ou eles encapuzados esta alternativa segundo o diretor foi uma forma do soldado contar sua história sem torná-lo um bandido ou marginalizá-lo, isto sem contar a questão estética que se torna menos pesada.

Curiosidade:
”Z32” é o nome de um dos 300 arquivos guardados na Shovrim Shtika, uma organização israelense que coleta testemunhos de soldados que serviram nos territórios ocupados a partir de 2000, ano da Segunda Intifada.

Informações técnicas:
» Direção: Avi Mograbi
» Roteiro: Avi Mograbi, Noam Enbar
» Gênero: Documentário
» Origem: França/Israel
» Duração: 81 minutos
» Tipo: Longa-metragem

Ao vivo de Bagdá: uma cobertura da guerra do golfo


O filme se passa no Iraque durante a Guerra do Golfo quando Saddam invade o Kuait, no país estão emissoras de tv do mundo inteiro mas ao começar o conflito apenas a equipe da CNN acompanha de perto e transmite ao vivo as notícias de Bagdá. Este foi o ápice da CNN como canal de notícias 24h e é interessante conhecer os bastidores da tv e como são feitas as coberturas de guerra.

Outro ponto que deve ser levado em consideração é que esta cobertura ficou marcada como a estética do video game, pelas imagens verdes, os aviões atacando tudo dava esta impressão. A parte política do conflito, motivos, versões etc não são o forte do filme, este explora o dia-a-dia da cobertura de guerra, os sacrificios para conseguir mostrar algumas coisas, a diplomacia, truques e a tensão.

Informações técnicas:

titulo original: (Live From Baghdad)
lançamento: 2002 (EUA)
direção: Mick Jackson
atores: Michael Keaton , Helena Bonham Carter , Joshua Leonard , Lili Taylor , Michael Cudlitz
duração: 109 min
gênero: Drama

quinta-feira, 18 de março de 2010

Ataque terrorista: preconceito e religião juntos num filme de tirar o fôlego


Um filme emocionante sobre preconceito e fanatismo. Conta a história de Tariq, um chefe de polícia paquistanês que é chamado para desvendar a morte de um muçulmano numa estação do metrô de Londres. O caso é complicado, por suspeitarem de um atentado terrorista os policiais atiraram e o mataram, agora cabe a Tariq a difícil missão de solucionar o caso mesmo sendo considerado traidor por parte da comunidade muçulmana e visto com desconfiança dentro da própria polícia.

Título no Brasil: Ataque Terrorista
Título Original: Shoot on Sight
País de Origem: EUA / Inglaterra
Gênero: Ação / Aventura
Classificação etária: 16 anos
Tempo de Duração: 109 minutos
Ano de Lançamento: 2008
Estúdio/Distrib.: Universal Pictures
Direção: Jag Mundhra

Elenco:
Greta Scacchi ... Susan Ali
Alex McSweeney ... PC Brian Andrews
Gulshan Grover ... Yunus
Om Puri ... Junaid
Stephen Greif ... Commander John Shepherd
Laila Rouass ... Ruby Kaur
Chris Wilson ... Police CO19 Officer
Mikaal Zulfikar ... Zaheer Khan
Jayson Whiteley ... Police Officer
India Wadsworth ... Zara Ali
Arrun Harker ... Imran Ali
Cloudia Swann ... PC Justine Miller
Clemency Burton-Hill ... Pamala Davies
Sadie Frost ... Fiona Monroe
Avtar Kaul ... Baqir Hassan
Ralph Ineson ... Marber
Faye Peters ... Hannah Marber
Robert Lowe ... Sean's Mate
John Warman ... Armed Response
Clifford Samuel ... Elijah
Tolga Safer ... Aziz
Brian Cox ... Daniel Tennant
Taru Devani ... Farzana
Jamie Doyle ... Sean
Felicity Dean ... Tennant's wife
Sid Karne ... New recruit
Kiran Landa ... Baqir's sister

Osama: a trágica realidade afegã


Conta a história de Osama, uma menina que virou menino no Afeganistão sob comando do regime Talebã. Parecia uma boa idéia ser menino para trabalhar e sustentar a casa, já que as mulheres não o podem fazer, principalmente as viúvas como sua mãe e avó mas, o problema vem quando todos os meninos são recrutados e ela é obrigada a servir o Exército. Por quanto tempo ela conseguirá esconder este segredo? Um filme emocionante. Baseado em fatos reais. Vale a pena conferir os extras.

titulo original: (Osama)
lançamento: 2003 (Afeganistão)
direção: Siddiq Barmak
atores: Marina Golbahari , Arif Herati , Zubaida Sahar , Gol Rhaman Ghorbandi , Mohamad Haref Harati
duração: 82 min
gênero: Drama

quinta-feira, 11 de março de 2010

Entrevista com Stela Grisotti, diretora do documentário "A chave da casa"


Stela Grisotti é a diretora do documentário “A Chave da Casa”, exibido no 14º Festival É Tudo Verdade. O longa, também dirigido por Paschoal Samora, relata dois momentos na vida de um grupo de refugiados palestinos: as últimas 48 horas que antecedem a vinda ao Brasil no campo de Al Rweished e após nove meses, a adaptação a nova realidade.
Minutos antes da exibição do filme, a diretora fala com nossa equipe no lançamento oficial do documentário em São Paulo. Com exclusividade, ela conta os desafios e dificuldades em se filmar os impactos da guerra na vida deste grupo.

Perspectiva Oriente: Stela, como surgiu a idéia de fazer um documentário sobre refugiados palestinos?
Stela Grisotti: Na verdade o projeto original deste documentário era sobre refugiados de guerras contemporâneas que vivem no Brasil, não só palestinos. Aí eu inscrevi este projeto no edita “Janela Brasil” que é da Secretária de Cultura do Estado, TV Cultura e Sesc TV e quando eu ganhei o prêmio eu comecei a fazer uma pesquisa sobre refugiados e neste meio tempo eu descobri que tinha este grupo de palestinos que estava vindo para cá. Aí a equipe decidiu focar neles, até porque eles representam muito a questão dos refugiados no mundo. Aí a gente decidiu ir pra lá, no campo de Al Rweished na Jordânia para encontrá-los e documentar as últimas 48 horas deste grupo que veio pra cá.

Perspectiva: A equipe era em quantas pessoas?
Stela Grisotti: Nós somos em 4 pessoas.

Perspectiva: Foram as quatro pessoas para lá?
Stela Grisotti: As 4 pessoas.

Perspectiva: E quais foram as maiores dificuldades encontradas pra gravar lá?
Stela Grisotti: Foram muitas. Primeiro a gente demorou muito tempo pra conseguir autorização do Governo da Jordânia pra poder entrar no campo, o campo era policiado e obviamente o Governo da Jordânia não queria mostrar onde estavam estes palestinos, até porque 70% da população da Jordânia é palestina. Então era uma situação bastante complicada. A gente conseguiu a autorização uma semana antes de ir para o campo e é a 5 horas de Amã, ou seja, a gente teve um vôo São Paulo/Paris, Paris/Amã, depois de 5 horas de viagem. A gente pegou o Ramadã lá então o alojamento do Acnur, que é o órgão da ONU para refugiados, estava fechado. Então teve um dia que a gente foi de Amã até Al Rweished, voltamos para Amã e no outro dia voltamos pra Al Rweished. E a gente tinha horário pra entrar e pra sair. A pessoa que ia ser nosso intérprete, que era uma brasileira, teve que ir pra fronteira com Iraque pra buscar os familiares de uma refugiada que estava vindo pra cá e a gente ficou sem intérprete, ou seja, eles falavam em árabe e a gente, português. Mas no fim a gente conseguiu entender, não sei como, mas conseguimos fazer o que a gente queria.

Perspectiva: Houve algum tipo de resistência ou receio por parte dos entrevistados?
Stela Grisotti: Teve. Teve um deles que lá mesmo não queria, a gente o convenceu e quando ele chegou aqui ele não quis fazer, porque a gente fez em duas partes. A parte lá e depois nove meses aqui. Ele não queria, a gente teve quatro encontros com ele para no último encontro ele concordar e viajar com a gente. Eles tem medo de represarias porque as famílias estão lá , eles não querem que a gente fale o nome, muitos não querem ser fotografados. Então a gente encontrou resistência, não de todos mas de alguns.

Perspectiva:
E o que vocês pretender mostrar com o filme para a sociedade brasileira?
Stela Grisotti: É... Acho que vendo o filme acho que fica bem claro assim, mas... Na minha opinião, a gente vive num planeta , que é global. O que acontece em um lugar está muito ligado um com outro, não só na questão da natureza, do meio ambiente, mas nas relações econômicas, nas relações políticas, sociais e humanitárias. E pelo fato de eles estarem aqui, eu acho que também é uma possibilidade de nós como brasileiros aprender com eles muito com o que eles tem pra contar pra gente. A gente ouve, lê, vê na TV, lê nos jornais sobre estas guerras, mas é tudo muito distante, né? O fato de você estar com eles, convivendo com eles, você consegue entender melhor todo este conflito. E também, eu queria muito assim...humildemente até falando que através deste filme, eles façam debates e pudessem ajudá-los a conseguir trabalho, a entender melhor o drama que os palestinos vivem, não só no Brasil mas no mundo todo né? Então, eu espero poder contribuir com este trabalho para isso.

Perspectiva : Obrigada, Stela.
Stela Grisotti: Imagina.

Décimo quarto Festival É Tudo Verdade, apresenta documentário sobre refugiados palestinos


A Chave da Casa, dirigido por Stela Grisotti e Paschoal Samora mostra o drama de grupo palestino no campo de refugiados de Rueshaid, na fronteira entre a Jordânia e o Iraque. O filme acompanha as últimas 48 horas do grupo antes da vinda para o Brasil, e retrata nove meses depois, a adaptação no novo país.

Em entrevista exclusiva, a diretora do filme ressalta a importância em se fazer um filme com esta temática.O projeto, um dos vencedores do prêmio Janela Brasil da TV Cultura, também poderá ser visto em breve nos canais sócio-educativos de todo país.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Persépolis: Quadrinhos invadem as telonas


Persépolis
(Persepolis, França, EUA, 2007)

Animação baseada nos quadrinhos (autobiográficos) de Marjane Satrapi que conta a história de jovem iraniana muito precoce e sincera. Durante a Revolução Islâmica, ela começa a descobrir que está chegando à maturidade e deve lidar com mais responsabildades - não só de seus atos, mas no modo de pensar.

Gênero: Animação, Drama
Duração: 95 min.
Tipo: Longa-metragem / P&B/Cor
Diretor(es): Vincent Paronnaud, Marjane Satrapi
Roteirista(s): Vincent Paronnaud, Marjane Satrapi
Elenco: Chiara Mastroianni, Catherine Deneuve, Danielle Darrieux, Simon Abkarian, Gabrielle Lopes, François Jerosme, Arié Elmaleh, Mathias Mlekuz, Jean-François Gallotte, Stéphane Foenkinos, Tilly Mandelbrot, Sean Penn, Gena Rowlands, Iggy Pop

Sob o céu do Líbano: Romeu e Julieta árabe


Sob o céu do Líbano (Le Cerf-volant)

Lamia é uma bela garota de 16 anos que mora em um vilarejo dividido por duas nações inimigas. Metade vive sob a bandeira libanesa e a outra metade, sob a bandeira israelita. Divididos pela intolerância, as mulheres conversam com parentes que estão do outro lado da cerca de arame farpado por meio de megafones.
É assim que a mãe de Lamia decide o futuro da garota: se casar com um primo que nunca viu. Mas o coração da jovem tem dono. Ela é apaixonada por um soldado do exército israelense. Como "Romeu e Julieta", Lamia e Youssef são proibidos de viver um grande amor.

Ganhador do Grande Prêmio Especial do Júri no Festival de Veneza 2003, Sob o Céu do Líbano é um filme corajoso e muito emocionante.

Direção: Randa Chahal Sabag
Ano: 2003
País: Líbano, França
Gênero: Drama
Duração: 80 min. / cor
Título Original: Le Cerf-volant
Elenco: Flavia Bechara, Maher Bsaibes, Rasma Asmar, Renée Dick, Julia Kassar, Lialiane Nemri, Ziad Rahbani, Nayef Naji, Edmond Haddad, Tamim Chahal